Genômica e Big Data

Na medicina moderna os testes genéticos já são antigos conhecidos, desde 1950 cientistas e médicos já conseguiam diagnosticar as causas de várias doenças genéticas.

Hoje, diversas especialidades médicas podem contar com uma gama de testes genéticos que auxiliam na prática clínica na obtenção de diagnósticos, indicação de riscos para o desenvolvimento de doenças e também as melhores condutas para tratamentos oncológicos, por exemplo.

Técnicas de sequenciamento de DNA, como Sanger e Sequenciamento de Nova Geração (NGS), podem levar ao conteúdo genético de um indivíduo. O sequenciamento por NGS de amostras genômicas leva inexoravelmente à geração de um grande volume de dados para garantia de melhor qualidade dos resultados. É a era dos dados, ou como comumente chamada, a era do “Big Data”.

Ao falarmos de Big Data não podemos nos remeter somente a quantidade de dados, mas devemos levar em consideração também a qualidade dessa informação e, principalmente, como extrair conhecimento relevante de fontes tão ricas e complexas. Os bioinformatas são profissionais capazes de decifrar esses dados.

Atualmente existe uma grande preocupação para desenvolver novas ferramentas computacionais capazes de processar o Big Data biológico de forma mais automática e efetiva para uso na prática clínica, uma nova revolução na medicina.

Genômica e Big Data serão temas apresentados no VII Simpósio do Serviço de Genética Médica do HUPES/UFBA, pela Dra. Tatiana Almeida, médica geneticista do Hospital Albert Einsten, São Paulo.

Fonte:http://minasfazciencia.com.br/2018/05/28/ciencia-e-big-data-saiba-o-que-fazem-os-bioinformatas/

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